Santa Catarina concentra o verão mais disputado do Sul: entre dezembro e março, a população do litoral triplica e as casas frente-mar somem do mercado com meses de antecedência. O estado tem quatro regiões bem diferentes; escolher certo evita cair no agito errado (ou no sossego errado).
Jurerê Internacional é o endereço mais badalado do Brasil, com mansões na areia e beach clubs (R$ 2.500 a R$ 20.000 a noite). Ao lado, Canasvieiras serve famílias com estrutura completa e mar morno, Daniela acolhe crianças pequenas e Ingleses tem a maior oferta de casas da ilha.
Campeche virou o bairro-praia mais desejado de Floripa: mar aberto azul, surf e restaurantes de bairro. Mais ao sul do estado, Guarda do Embaú é reserva mundial de surf com alma alternativa.
Bombinhas é a capital do mergulho, com enseadas transparentes e as casas mais disputadas de janeiro; Mariscal e Quatro Ilhas são as vizinhas de mar aberto. Porto Belo atende o público náutico, Itapema e Balneário Camboriú entregam estrutura de cidade grande (em BC, casa na areia de verdade fica nas praias do entorno: Estaleiro e Taquaras), e a Praia Brava concentra a cena jovem sofisticada.
Garopaba, Ferrugem e Praia do Rosa formam o triângulo do surf com charme: pousadas boutique, bistrôs e casas nos morros com vista de cinema. De julho a outubro, baleias francas aparecem da varanda. Diárias de R$ 500 a R$ 4.500.
Dezembro a março é a temporada plena, com pico absoluto na virada (Jurerê opera em preços de Trancoso). Novembro e abril são o segredo local: mar ainda bom, praias vazias, diárias pela metade. Inverno é baixa real, exceto no Rosa, que vive segunda alta com as baleias.
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